24.3.26

O SEXO INVISÍVEL

 

 A VERDADE ESPIRITUAL SOBRE A PROMISCUIDADE (E OS VAMPIROS QUE VÃO PARA A CAMA COM VOCÊ)
Muita gente confunde prazer com preenchimento. 
Vive encontros rápidos, coleciona experiências e, no fim, volta para casa com um vazio difícil de explicar, uma exaustão estranha e a sensação de ter perdido algo de si. 
Pela visão espírita, a intimidade sem consciência não movimenta apenas o corpo: ela também expõe a alma a vínculos inferiores e desgastes profundos.
Em Missionários da Luz, André Luiz observa um rapaz envolvido por formas microscópicas perturbadoras. 
Alexandre esclarece que não se tratava de micróbios comuns, mas de bacilos psíquicos, gerados pela sede desgovernada de prazeres inferiores. 
Pela incontinência emocional e pelos abusos no campo sexual, o jovem atraía entidades grosseiras que se lhe aderiam ao campo vital, sugando-lhe as forças como vampiros invisíveis.
A Doutrina Espírita ensina que o corpo físico é extensão do corpo espiritual. 
Quando a criatura banaliza a energia sexual, cria ao redor de si uma faixa fluídica densa, marcada por impulsos desordenados, que favorece o contágio perispirítico e a aproximação de presenças infelizes em sintonia com os mesmos excessos.
A ciência mostra que todo organismo depende de ambiente propício para adoecer ou preservar-se. 
Na leitura espiritual, o mesmo ocorre com a alma: emoções desregradas enfraquecem as defesas do perispírito e abrem espaço para formas parasitárias que se alimentam da energia criadora desperdiçada.
Mas sexo não é culpa. 
É força sagrada da vida, que pede respeito, consciência e responsabilidade. 
Quem protege a própria intimidade protege também a própria paz. 
Recolha-se, selecione melhor seus vínculos, cure o vazio que nenhum prazer apressado resolve. 
A prece, a disciplina emocional e o respeito ao próprio corpo são escudos reais para limpar a aura e devolver dignidade à energia do amor.
@espalhandoadoutrinaespirita