31.12.25

No momento da reencarnação, cada Espírito recebe uma quantidade específica de fluido vital

 

Uma energia sutil que anima a matéria e sustenta a vida física. É como uma bateria espiritual: quando ela se esgota, o corpo não pode mais sustentar o Espírito, e o retorno ao plano espiritual se torna inevitável.

No momento da reencarnação, cada Espírito recebe uma quantidade específica de fluido vital, uma energia sutil que anima a matéria e sustenta a vida física. É como uma bateria espiritual: quando ela se esgota, o corpo não pode mais sustentar o Espírito, e o retorno ao plano espiritual se torna inevitável.No momento da reencarnação, cada Espírito recebe uma quantidade específica de fluido vital, uma energia sutil que anima a matéria e sustenta a vida física. É como uma bateria espiritual: quando ela se esgota, o corpo não pode mais sustentar o Espírito, e o retorno ao plano espiritual se torna inevitável.uma energia sutil que anima a matéria e sustenta a vida física. É como uma bateria espiritual: quando ela se esgota, o corpo não pode mais sustentar o Espírito, e o retorno ao plano espiritual se torna inevitável.
Essa carga vital não é igual para todos. 
Ela é distribuída de acordo com as necessidades reencarnatórias de cada um. 
Há Espíritos que reencarnam com a estimativa de viver 80 anos. Outros, por razões evolutivas ou expiatórias, recebem fluido suficiente para uma existência de apenas 20 ou 30 anos. 
Tudo depende da missão, dos resgates e dos compromissos assumidos antes do retorno à carne.
André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, esclarece que abusos contra o corpo físico, como vícios, negligência ou excesso de preocupações materiais, podem esgotar essa energia antes da hora. 
Quando isso acontece, a desencarnação se dá de forma prematura e espiritualmente, isso é considerado su1cíd1o indireto.
Imagine uma existência programada para durar 60 anos. 
Se o Espírito, por más escolhas, desencarna aos 40, carrega consigo um débito de 20 anos não vividos. 
Na próxima reencarnação, esse tempo poderá ser resgatado com uma existência mais curta, apenas para "cobrir o buraco cármico" deixado anteriormente.
Por outro lado, há Espíritos que vêm com missões muito bem definidas: educar filhos, amparar entes queridos, prestar algum serviço moral ou espiritual. 
Cumprindo com fidelidade suas tarefas, muitos deles retornam à pátria espiritual com a paz de quem encerrou o ciclo com dignidade e amor.
E há algo ainda mais belo: quando alguém se dedica com sinceridade ao trabalho no Bem, ao serviço desinteressado ao próximo, à caridade com o coração, pode receber uma moratória espiritual, uma extensão do tempo na Terra. 
Isso acontece quando o Alto reconhece que aquele Espírito ainda é útil à coletividade encarnada. 
Por isso, vemos muitos trabalhadores do Bem ultrapassarem os 90, 100 anos, irradiando luz e sabedoria.
Enquanto estivermos respirando, ainda há tempo.
Tempo de reparar, de servir, de evoluir e de amar.
Aproveite o fluido vital que lhe foi confiado. Viva com propósito, e quem sabe, até mereça uma prorrogação divina.
Fonte:  Vidas Passadas
            Soraya Freaza
 

26.10.25

O Que Fazer Quando um Espírito Acorda no Umbral?

O tema espírito no umbral desperta muita curiosidade, dúvidas e até medo. 

Afinal, o que acontece após o desencarne quando a alma desperta em uma região densa, perturbadora e cheia de vibrações negativas? 

O que significa estar no umbral? Existe saída? Há ajuda espiritual? 

E principalmente: como um espírito deve agir nesse momento?

Vamos abordar de forma clara e profunda o que é o umbral, quem pode ir para lá e quais são os passos que um espírito deve seguir ao acordar nessa dimensão espiritual. Todas essas reflexões são baseadas em ensinamentos da doutrina espírita e relatos espiritualistas que buscam orientar sobre esse momento delicado e transformador.

O que é o Umbral?

O umbral é uma dimensão espiritual transitória. 
Não é o “inferno eterno” descrito por algumas religiões, mas uma região densa e enérgica onde se encontram espíritos que ainda carregam fortes laços com sentimentos negativos e não conseguiram se libertar totalmente das ilusões da vida material.

Essa dimensão funciona como um reflexo direto do estado emocional e moral do espírito. Mágoas, culpas, vícios, egoísmo e ódio não resolvidos durante a encarnação criam um campo vibratório denso, o que impede o espírito de ascender a planos mais elevados e harmônicos. 
Por isso, estar no umbral após a morte física é mais uma consequência natural do que um castigo divino.

Quem vai para o umbral?

Uma das maiores confusões sobre o umbral é acreditar que apenas os "maus" vão para lá. Na verdade, qualquer espírito que mantenha conexões emocionais e morais densas pode passar um período nessa dimensão espiritual.

Entre os que despertam no umbral, encontram-se:

Espíritos com forte apego a bens materiais;
Pessoas que cultivaram ódio, ressentimento ou vingança;
Aqueles que viveram de forma egoísta, sem se importar com o próximo;
Espíritos que, mesmo não sendo considerados “maus”, não conseguiram se desapegar da vida terrena ou da família;
Almas traumatizadas ou confusas que não perceberam que desencarnaram.
A permanência no umbral não é determinada por julgamento, mas pela vibração íntima do espírito.

Quanto tempo um espírito fica no umbral?

Essa é uma das perguntas mais comuns e, ao mesmo tempo, mais difíceis de responder. Não há um tempo fixo. Tudo depende do grau de consciência, arrependimento e vontade de transformação do espírito.

O despertar no umbral pode ser gradual. Muitos nem percebem que desencarnaram e vivem uma confusão mental intensa. Outros começam a refletir sobre suas ações e se abrem para o auxílio dos espíritos superiores. 
A saída do umbral acontece quando o espírito demonstra, com sinceridade, o desejo de mudança.

O que fazer ao despertar no umbral?

Se um espírito acorda no umbral, há alguns passos fundamentais para iniciar sua jornada de superação. É possível sim sair do umbral, mas isso requer esforço interior, fé e autoconhecimento. Veja abaixo o que um espírito deve fazer:

1. Evite o desespero

Ao despertar em meio a sombras, murmúrios e sensações de angústia, o primeiro impulso pode ser o desespero. No entanto, o desespero aumenta a conexão com a densidade do ambiente. O espírito precisa buscar a serenidade, mesmo que pareça difícil. Esse equilíbrio emocional cria uma espécie de proteção contra influências negativas e espíritos obsessores.

2. Ore com o coração

A oração sincera é uma das ferramentas mais poderosas nesse momento. 
Não precisa ser uma prece decorada, mas sim uma conexão autêntica com Deus, com os espíritos de luz ou com forças superiores. Essa luz gerada pela oração atravessa as sombras do umbral e pode atrair o apoio de mentores e guias espirituais.

3. Busque o autoconhecimento

Estar no umbral é uma oportunidade para refletir. 
O espírito precisa olhar para dentro e buscar entender suas atitudes passadas. Que mágoas carrego? 
Quais erros cometi? 
Em vez de se afundar na culpa, é o momento de se comprometer com a própria transformação e regeneração espiritual.

4. Rejeite influências negativas

O umbral é habitado também por espíritos obsessores que se alimentam do medo e da fraqueza alheia. Por isso, é essencial manter-se firme, não ceder a provocações e não se deixar enganar por promessas ilusórias. Pensamentos elevados e foco na luz são fundamentais para manter a proteção energética.

5. Acredite que é possível sair

O espírito no umbral precisa lembrar que essa situação é temporária. 
O sofrimento não é eterno. 
Mais cedo ou mais tarde, surgirá uma oportunidade de resgate, seja por mérito próprio, seja pelo auxílio dos espíritos socorristas.

O propósito do umbral
Embora o umbral seja um local de sofrimento e confusão, ele tem um papel pedagógico. É uma espécie de escola espiritual, onde o espírito enfrenta suas sombras e aprende as consequências de suas escolhas.

Ali, o espírito pode desenvolver valores como:

Arrependimento sincero
Humildade
Compaixão
Amor ao próximo
Capacidade de perdoar
A dor experimentada nesse plano serve como instrumento de transformação espiritual.

As diferentes zonas do umbral:

O umbral não é um local único e uniforme. 
Ele é dividido em zonas vibratórias, que variam de acordo com o grau de densidade emocional e espiritual dos seus habitantes.

Regiões mais densas:

Habitadas por espíritos endurecidos, ainda presos ao ódio ou à vingança.

Regiões de transição

Mais leves, geralmente ocupadas por espíritos que já demonstram arrependimento e desejo de melhora.
Essas divisões reforçam que o estado íntimo do espírito determina onde ele se encontra. O umbral é, acima de tudo, um reflexo do que a alma carrega.

Conclusão:

Despertar no umbral após o desencarne pode ser assustador, mas é também uma oportunidade de recomeço. O espírito no umbral não está condenado eternamente, mas passa por uma fase necessária para sua purificação, aprendizado e ascensão espiritual.

A chave para sair do umbral está na fé, na humildade, na oração e no compromisso com a própria regeneração. Com o tempo, a luz retorna, e o espírito reencontra o caminho de volta à paz interior e às dimensões superiores.

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BLOG DO ESPIRITISMO

11.10.25

Se você já chegou aos sessenta… pense com carinho nisso:

Você não está mais no ponto de partida. 

Já percorreu uma longa estrada. 

Guardou, economizou, abdicou, sonhou por muitos. 

Fez mais do que devia, e por muitos anos esqueceu de si. 

Agora, não é mais hora de guardar como se a vida estivesse apenas começando.

Porque muitas vezes, quem acaba aproveitando tudo aquilo que você poupou… são outros. 
Gente que nem sempre entende o valor do que foi conquistado. 
Genros, noras, até pessoas que jamais suaram ao seu lado.

Você já trabalhou o suficiente.
Agora é tempo de colher. 
De viver com leveza. 
De sorrir mais, e se preocupar menos.
Não é preciso exagerar, mas também não se prive. 
O que você merece agora é tranquilidade com alegria.

Seus filhos e netos são, sim, bênçãos da vida. 
Mas isso não significa que você tenha que carregar o mundo nas costas por eles. 
Visite. 
Abrace. 
Ame. 

Mas preserve seu espaço. 
Sua casa. 
Seu silêncio. 
Seu tempo. 
Sua paz.

Peça ajuda quando precisar. 
Diminua o peso. 
E se cerque de pessoas da sua idade, que entendem o valor de uma boa conversa, de um café tranquilo, de um dia sem pressa.

Amar não é carregar. Amar é confiar.
Você já deu tudo de mais precioso: tempo, energia, noites mal dormidas, orações silenciosas. 
Agora é hora de deixá-los viver. 
É hora de deixá-los voar.

Você não precisa mais sustentar ninguém. 
Agora, é você quem precisa de cuidado.

Cuide do seu corpo com carinho. 
Caminhe um pouco, alimente-se bem, compre o que te faz feliz — sem culpa. 

E viva. Viva com vontade.

Pare de se angustiar com o que não pode controlar. 

A vida passa num piscar de olhos. 
E se tem algo que realmente importa agora… é a paz de espírito.

Se alguém ousar dizer que “você não faz mais nada da vida”, sorria. Porque quem viveu tanto quanto você, não precisa provar mais nada a ninguém.

Não deixe que as dores ou doenças tomem o centro do seu palco. 

Todos temos algo que incomoda, mas não alimente isso. 
Fale mais sobre o que te faz bem. 
Respire ar puro. 
Veja o céu. 
Sinta o sol.

Fale com Deus. Agradeça. Confie.
Você chegou até aqui… com erros, com acertos, mas chegou.

E isso, só isso, já é um milagre que merece ser celebrado todos os dias.

O que importa agora não é o que falta.
É o que já foi vivido.
É quem você se tornou.
E é a paz — consigo, com sua história…
E com Deus. 

Fonte: 
Bezerra de Menezes Paz, amor e luz

2.10.25

Cuide-se

- cuidado com decisões precipitadas.

- pense bem antes de fazer escolhas. 

- observe bem quem são as suas companhias habituais. 

- sua intimidade deve ser revelada para poucos. 

- reflita melhor sobre os conselhos dos outros. 

- seja mais vigilante com as portas que abre.

- pense em você, observe se as coisas que está envolvido, se vale seu tempo, se vale a sua energia. 

- cuidado com a quantidade de Sim que você anda falando por ai, as vezes o Não te fará sentir-se melhor consigo. 

- preste atenção nas pessoas que convivem com você, se elas não estão ali por interesses ou por vontade de te manipular.

- mantenha mais distância de pessoas chantagistas, mal humoradas, agressivas, porque poderão te contaminar com energias negativas. 

- aprenda, treine, se habitua, a ser uma pessoa mais firme, mais posicionada, sem agredir ou ferir. 

- para cuidar dos outros, cuide-se primeiro. 

28.8.25

O espirito também escolhe os pais ou somente o lar Mulher que quer ser gerado?

 Após determinado período, e com o auxílio de mentores espirituais, o espírito pode começar a planejar sua próxima encarnação. 

Isso envolve escolher lições de vida, desafios e oportunidades para o crescimento espiritual. 

Nesse planejamento, o espírito revisita suas vidas passadas, analisando os desafios que enfrentou, os erros cometidos e as lições aprendidas. 

Com base nessa análise, ele escolhe as experiências que deseja vivenciar na próxima vida, sempre com o objetivo de corrigir falhas, superar deficiências e continuar sua evolução espiritual. 

Essa escolha é feita com muita responsabilidade, pois o espírito tem consciência de que cada decisão terá um impacto significativo em seu progresso. 

O espírito escolhe vários aspectos fundamentais de sua próxima encarnação, como o local de nascimento, a família em que nascerá, o gênero que assumirá, e as principais provações e desafios que enfrentará ao longo da vida. 

Essas escolhas não são aleatórias; cada detalhe é cuidadosamente planejado para proporcionar as melhores oportunidades de crescimento. 

Por exemplo, se o espírito precisa desenvolver a paciência, ele pode escolher uma vida com circunstâncias que vão instigá-lo a desenvolver essa virtude. 

Se precisa aprender sobre o amor incondicional, pode optar por nascer em uma família onde o amor será posto à prova. 

Os mentores espirituais desempenham um papel essencial nesse processo, oferecendo orientação e aconselhamento. 

Eles ajudam o espírito a entender quais experiências serão mais benéficas para seu desenvolvimento e sugerem caminhos que, embora cheios de espinhos, trarão grandes recompensas espirituais. 

No entanto, o espírito tem liberdade para tomar suas próprias decisões, respeitando seu livre-arbítrio. 

O planejamento encarnatório também envolve a escolha da duração da vida, que pode ser longa ou curta, dependendo das necessidades evolutivas do espírito. 

Algumas vezes, uma vida mais curta pode ser escolhida para resolver questões específicas ou para concluir lições que ficaram pendentes em encarnações anteriores. 

Esse processo é profundamente introspectivo e exige do espírito uma grande honestidade consigo mesmo, pois é necessário reconhecer suas fraquezas e aceitar os desafios que são necessários para sua evolução. 

O planejamento encarnatório é, em essência, um contrato espiritual que o espírito faz consigo mesmo, comprometendo-se a enfrentar as lições da vida com coragem e determinação, sabendo que cada dificuldade enfrentada é uma oportunidade de crescimento e de aproximação com o divino. 

Após esse planejamento, o espírito se prepara para o renascimento, entrando em um novo ciclo de vida, onde terá a chance de colocar em prática tudo o que aprendeu e continuar sua jornada em direção à perfeição espiritual.

Fonte: Hugo Lapa

18.8.25

Morar junto sem estar casado é pecado?

 Existe pecado? Caso exista, o que seria o pecado?

Não existe pecado dentro do significado religioso do termo. 
O que se denomina de pecado nas religiões é quebrar alguma regra imposta pela religião. Por exemplo, fazer sexo antes de casamento, ou divorciar-se, ou blasfemar contra o sagrado etc. 
O pecado então seria algo malvisto por Deus, e dessa forma, Deus inflige algum castigo para o pecador, criando algum sofrimento para ele. Nesse sentido, pecado não existe.

Do ponto de vista espiritual, sob uma perspectiva mais profunda, pecado é simplesmente ir contra Deus. 

Aquele que está de alguma forma de opondo a inteligência suprema está vivendo em pecado. 

Qualquer violação das leis divinas, entendidas aqui como a harmonia de todas as coisas, pode ser considerado pecado. 

Pecado é estar em desarmonia com a natureza, com a vida e com o universo. 

E viver fora do pecado seria o oposto: viver em total harmonia com a vida, com a natureza, com o universo e consigo mesmo. 

Assim, pecado é estar em descompasso com todas as coisas. 

É romper com a ordem cósmica e viver fora do fluxo natural da vida. Por exemplo, comer demais seria viver em pecado, pois estamos consumindo alimentos mais do que nosso organismo necessita e aguenta. 

Fumar seria pecado, pois estamos ingerindo uma fumaça tóxica com substâncias que criam uma desarmonia e doenças em nosso organismo. 

Viver num casamento sem amor, apenas de aparências, seria também viver no pecado, pois para que possamos ser felizes, não podemos viver num casamento de mentiras e aparências. 

Mentir seria pecado, pois não estamos dizendo a verdade. 

Tentar impor alguma coisa a alguém é pecado, pois não estamos permitindo que a pessoa decida por si mesma, de acordo com sua consciência. 

Tentar projetar uma imagem falsa do que somos seria viver em pecado, pois estamos vivendo em desarmonia com o que somos, criando ilusões que estão igualmente em desarmonia com a realidade. 

Viver ansioso esperando algo ocorrer seria viver no pecado, pois deixamos no viver em harmonia com o momento presente, para vivermos no futuro, algo que ainda não ocorreu; algo sem realidade. 

Destruir a natureza é viver em desarmonia com a vida, pois sem a natureza o ser humano não pode se alimentar, viver e permanecer nesse mundo. 

Esses exemplos poderiam ser estendidos ad infinitum, posto que o ser humano vive quase exclusivamente nessa condição de “pecado”. 

No entanto, quando fazemos essas afirmações, não é nosso objetivo que as pessoas fiquem tristes, desanimadas, se sentindo as “erradas”, ou sentindo que são más. 

Ficar se martirizando só aumenta nossa carga, nossas cobranças e cria uma paralisia em nossa caminhada. 

É necessário apenas que o ser humano compreenda a sua condição atual para que dela possa se libertar. 

Uma pessoa que descobre estar encarcerada numa penitenciária pode ficar triste por reconhecer sua condição, mas é necessário que ela se dê conta do seu estado atual para que possa supera-lo. 

Os espíritos encarnados na matéria estão de fato vivendo em desarmonia com a vida e com a inteligência do universo, no entanto, eles podem reaver essa harmonia a qualquer momento.

Imagine um rio que flui na direção para o mar. 

O ser humano resolve então que ele não deseja ir para o mar, mas ele decide que irá para outro lugar, pois gosta mais desse outro local. 

Então, ele pega um barco e começa a remar contra a correnteza. 

O que acontecerá com essa pessoa? 

Logo ela vai se cansar, vai desanimar e vai descobrir que pode não estar no caminho certo. 
O ser humano age assim no mundo… 
ele vive remando contra a corrente… 
a corrente que simboliza a harmonia e o fluxo da vida. 

Justamente por remar contra a corrente, ele cai, perde, vive em desespero e em amarguras… criando o seu próprio sofrimento. 

O universo tem uma harmonia… 
e lutar contra essa harmonia é viver no pecado… 
é remar contra a corrente… 
é quebrar a ordem das coisas… 
é sentir que nada está separado de nada, pois tudo é uma unidade indissociável… 
é romper com o fluxo incessante da vida. 

O objetivo do ser encarnado é, pois, resgatar essa harmonia perdida, e somente assim, ele poderá voltar a ser feliz e a viver em paz profunda.

(Hugo Lapa)

Do livro: Luminosofia: perguntas e respostas.